O Paraguai é logo ali!
Pela primeira vez em 6 anos, a cotação do dólar fechou abaixo da barreira psicológica dos 2 reais. Devido à alta taxa de juros, a baixa inflação e o crescimento de investimentos externos na economia brasileira, aliado a um cenário econômico estável há mais de 10 anos o Brasil consegue fazer sua moeda ser competitiva frente ao dólar.
Os fatores positivos dessa melhora são: diminuição do preço de produtos importados, o que aumenta a compra de maquinário por parte da indústria e fomenta o aumento da produção industrial interna; o barateamento do custo de viagens internacionais e de eventos promovidos por estrangeiros em território brasileiro; a diminuição dos índices de inflação e da taxa de juros, por tabela; e, finalmente, a diminuição do preço da compra de produtos importados (ou seja, alegria para os comerciantes paraguaios).
O lado negativo da história é o desequilíbrio da balança comercial (devido à perda de competitividade de nossos produtos agrícolas; segundo a teoria Bresser-Nakano, apresentada em 2001, o patamar ideal de câmbio competitivo para a exportação situa-se na margem de 3 reais), o risco de ataque especulativo que se sobrevem à sobrevaloziração do câmbio (afinal de contas, o mercado financeiro nada mais é do que um grande cassino) e o risco real de perda de competitividade da indústria nacional, além do possível desmantelamento da produção agrícola baseada em commodities.
Apesar de tudo, acho que o momento deve ser permeado por um misto de euforia e prudência: a queda do câmbio é a mostra de que o Brasil está no caminho certo em termos econômicos, graças principalmente ao legado de 8 anos do governo FHC e que o governo Lula (no único acerto de seu governo) deu seguimento sem cometer desvairios ou apostas no escuro. O equilíbrio econômico brasileiro foi fundamental para que o Brasil se credenciasse como grande nação emergente e sede segura de investimentos internacionais, haja vista a melhora da nota do Brasil nas agências financeiras internacionais e os baixos níveis de risco de investimento. Mas a prudência se faz necessária devido ao fato de que há fatores internacionais atuando nesse momento: estamos em pleno movimento de ativos financeiros em direção às nações emergentes (o chamado BRIC, Brasil-Rússia-Índia-China) e, como todo movimento financeiro, sujeito às intempéries do mercado e os famosos "ataques especulativos". É esperar para ver. Enquanto isso, prudência e caldo de galinha não fazem mal a ninguém...
Segue reportagem do portal Folha Online sobre a queda do dólar:
http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u117162.shtml
Os fatores positivos dessa melhora são: diminuição do preço de produtos importados, o que aumenta a compra de maquinário por parte da indústria e fomenta o aumento da produção industrial interna; o barateamento do custo de viagens internacionais e de eventos promovidos por estrangeiros em território brasileiro; a diminuição dos índices de inflação e da taxa de juros, por tabela; e, finalmente, a diminuição do preço da compra de produtos importados (ou seja, alegria para os comerciantes paraguaios).
O lado negativo da história é o desequilíbrio da balança comercial (devido à perda de competitividade de nossos produtos agrícolas; segundo a teoria Bresser-Nakano, apresentada em 2001, o patamar ideal de câmbio competitivo para a exportação situa-se na margem de 3 reais), o risco de ataque especulativo que se sobrevem à sobrevaloziração do câmbio (afinal de contas, o mercado financeiro nada mais é do que um grande cassino) e o risco real de perda de competitividade da indústria nacional, além do possível desmantelamento da produção agrícola baseada em commodities.
Apesar de tudo, acho que o momento deve ser permeado por um misto de euforia e prudência: a queda do câmbio é a mostra de que o Brasil está no caminho certo em termos econômicos, graças principalmente ao legado de 8 anos do governo FHC e que o governo Lula (no único acerto de seu governo) deu seguimento sem cometer desvairios ou apostas no escuro. O equilíbrio econômico brasileiro foi fundamental para que o Brasil se credenciasse como grande nação emergente e sede segura de investimentos internacionais, haja vista a melhora da nota do Brasil nas agências financeiras internacionais e os baixos níveis de risco de investimento. Mas a prudência se faz necessária devido ao fato de que há fatores internacionais atuando nesse momento: estamos em pleno movimento de ativos financeiros em direção às nações emergentes (o chamado BRIC, Brasil-Rússia-Índia-China) e, como todo movimento financeiro, sujeito às intempéries do mercado e os famosos "ataques especulativos". É esperar para ver. Enquanto isso, prudência e caldo de galinha não fazem mal a ninguém...
Segue reportagem do portal Folha Online sobre a queda do dólar:
http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u117162.shtml
Marcadores: Dólar, queda de cotação

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