Política é como nuvem...
Já dizia a finada raposa Tancredo Neves: "política é como nuvem". Mais do que ninguém, foi Tancredo que conseguiu personalizar bem a sua própria frase. Matreiro, foi getulista, fiel aliado de JK, primeiro-ministro de João Goulart, teve bom relacionamento com a Ditadura, criou um partido chuchu na Anistia (o PP, Partido Popular) que depois veio a se fundir com o PMDB, e, finalmente, se consagrou presidente na Câmara dos Deputados ao seu melhor estilo: na articulação de bastidores, esvaziando a candidatura de Paulo Maluf, preferido dos militares. Não teve tempo para exercer a Presidência, pois não conseguiu driblar as bactérias da UTI do Hospital de Base. Mas entrou para a história como o "maior Presidente que jamais governou".
Tancredo virou símbolo da Nova República, outra denominação de sua autoria. E, como todo símbolo e raposa política que se preze, Tancredo deixou crias. No caso seu neto, Aécio Neves da Cunha, secretário do avô desde a adolescência e que já conseguiu mandato eletivo em 1986, na esteira da farra-do-boi do Plano Cruzado. Aécio, aproveitando do tempo que conviveu com Tancredo e da sabedoria e esperteza política do avô, aprendeu direitinho a lição. Como o avô, aproveita a oportunidade política criada pela Constituição de 1988 e se filia ao PSDB, partido récem-formado pela ala de centro-esquerda do PMDB (o chamado PMDB histórico). Muito bem. Daí em diante Aécio, como boa raposinha mineira, vai crescendo pelas beiradas da Câmara Federal, ganhando garbo, experiência, matreirice e esperteza até se tornar Presidente da Câmara dos Deputados em 2002, em articulação magistral que findou com o rompimento do PFL (atual Democratas) com o governo FHC. Surfando na onda da mídia, Aécio mostra que é o herdeiro legítimo de seu avô: aproveita a oportunidade e costura, ao melhor estilo Tancredo, uma aliança com Deus, o Diabo e o responsável pelo Purgatório para eleger-se governador de Minas. Em Minas, consegue montar uma equipe competente (graças principalmente à influência do PSDB paulista, celeiro dos melhores técnicos da gestão pública brasileira) e firma um "choque de gestão", ao melhor estilo Mário Covas. O ajuste se mostra tão eficiente que novamente Aécio faz a aliança de Deus com todo mundo (dessa vez, incluindo até o presidente Molusco, que contou com o seu apoio indireto e fundamental para a reeleição em 2006) e se reelege com quase 80% (!!!) dos votos válidos. Muito bem, a candidatura à presidência é uma conseqüência, afinal, Minas Gerais é o estado que melhor representa o Brasil, pois tem um pouco do Brasil em cada rincão mineiro, como também já dizia Tancredo.
Aí vem, mais uma vez, a velha máxima dos Neves: POLÍTICA É COMO NUVEM. Aécio sabe que a nuvem de 2010 está favorável a ele. É jovem, conta com quase 80% dos votos do 2º maior colégio eleitoral brasileiro, tem acesso a todas as correntes políticas nacionais e tem a simpatia sentimental da população nacional em uma eleição, por ser neto de Tancredo Neves, o melhor presidente que nunca foi. A peça está montada. Porém, para atrapalhar o seu caminho, existe uma pedra chamada José Serra. Matreiro como o avô, Aécio sabe que o confronto direto com Serra irá causar a destruição da candidatura de ambos e a entrega do Planalto no colo de Ciro Gomes, o atual rei do Nordeste. Muito bem: a doutrina tancrediana de acordões começa a se delinear. Nesta terça, Aécio abre um canal de diálogo com Michel Temer, presidente do PMDB, para "facilitar" o caminho para a sua filiação. Mais uma vez o PMDB é o caminho para um Neves buscar a Presidência: é o partido hegemônico do governo, conta com uma "supreendente" unidade interna e precisa de uma figura carismática e messiânica para ser o sucessor do Molusco. Pois bem, junta-se a fome com a vontade de comer: Aécio não pode desperdiçar a oportunidade de ser Presidente, e o PMDB não pode desperdiçar a oportunidade de voltar à Presidência depois de 20 anos. Apostar em um psicótico neopopulista como Roberto Requião seria um insanidade por parte dos velhos caciques do PMDB. Pois bem, Aécio cai como uma luva nessa situação: mantém a unidade do partido, isola o neopopulista Requião, traz o discurso de renovação política e do "Centro Radical" (ao melhor estilo Tony Blair) e, o melhor de tudo, tem tudo para ser o candidato oficial do governo do Molusco, podendo se aproveitar dos benefícios eleitorais do Bolsa-Família e do PAC. Simples assim.
O resultado? O PT entrega, conforme combinado no acordo de governabilidade, o Planalto ao PMDB em 2010. O PSDB, com o conseqüente e inevitável racha interno e esvaziamento posterior à saída de Aécio do partido, caminhará para a insolvência e para a peemedebização. Ciro Gomes torna-se o "patinho feio", perdendo a preferência do Molusco. E, pra terminar, a turma do roubo (Renan, Sarney, Jáder) volta triunfalmente ao poder, desta vez sem precisar negociar, mas mandando. É esse o futuro que está se projetando, meus caros. Que o PSDB reveja o seu papel como partido urgentemente, se quiser continuar existindo. A derrota acachapante e definitiva se aproxima perigosamente se o Partido não mudar a sua visão paulicentrista e anti-democrática de bases. Pior, o partido não tem rumo: não sabe se é social-democrata ou neoliberal, se é de classe média ou de elite, se é o PMDB 2.0 ou o PT enrustido. Afinal, quem és você, PSDB?
Segue post do blog do Josias sobre o encontro Aécio-Temer. O Molusco deve estar rindo à toa...
Blog do Josias de Souza - Folha de S. Paulo
Tucano Aécio abre negociação com PMDB para 2010
Governador mineiro não excluiu hipótese de deixar PSDB
Aécio Neves, governador tucano de Minas Gerais, abriu negociações com a cúpula do PMDB com vistas à eleição presidencial de 2010. À procura de um candidato à sucessão de Lula, o PMDB ambiciona atrair para os seus quadros o governador de Minas Gerais, hoje filiado ao PSDB. Em jantar com Michel Temer, presidente do PMDB, Aécio não excluiu a hipótese.
Conforme noticiado aqui no blog no último sábado (5), o flerte dos peemedebistas com Aécio é vivamente estimulado por Lula. O presidente avalia que, ingressando no PMDB, Aécio poderia viabilizar-se com presidenciável da coalizão governista, com o apoio do Planalto.
Aécio e Temer conversaram na noite de terça-feira (8). Encontraram-se em torno de uma mesa da Tratoria do Rosario, um restaurante situado no elegante bairro brasiliense do Lago Sul. O repasto foi italiano. Mas a conversa seguiu o melhor estilo mineiro. Em dado momento, observado pelo líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN), também presente ao jantar, Temer jogou sobre a mesa o nome de Tancredo Neves, avô de Aécio. Lembrou que o PMDB viveu o ápice de sua história em 1985.
Naquele ano, nas pegadas do ocaso do regime militar, Tancredo, então no PMDB, foi guindado à presidência da República em eleição indireta precedida, no Colégio Eleitoral. Morreu, porém, antes de assumir. “Quem sabe nós podemos restabelecer agora aquele momento”, perscrutou Temer.
Dono de um estilo cultivado na escola do avô, um político esquivo, Aécio conduziu o diálogo de modo a manter aberta a porta para um eventual entendimento futuro com o PMDB. Disse que deseja aguardar os desdobramentos da cena política. Mencionou a conveniência de verificar como estarão distribuídas as forças depois da eleição municipal de 2008. Citou a necessidade de observar o desenvolvimento do segundo reinado de Lula.
Temer e Henrique Alves informaram a Aécio que, em reserva, Lula soa sempre muito generoso nas menções que faz ao governador. Um dado que Aécio não ignorava. O tucano informou que conversara a sós com Lula, por cerca de uma hora, na semana passada, em Uberaba (MG). Lula, como de hábito, foi pródigo nas homenagens a ele. De resto, discorreu sobre seus planos. Lula acha que, ao final do segundo mandato, terá lançado as bases para que o Brasil ingresse num ciclo longevo de desenvolvimento. Falou de 20 anos.
No jantar com os dirigentes do PMDB, falou-se também da situação interna do PSDB. Temer, Henrique Alves e Aécio puseram-se de acordo em relação a um ponto óbvio: dentro do tucanato, o principal entrave às pretensões presidenciais de Aécio é José Serra, governador de São Paulo. Aécio disse vive um bom momento no PSDB. Mas em nenhum momento pôs o pé na porta que se abriu para ele no PMDB.
A conversa da Tratoria do Rosario arrastou-se por cerca de quatro horas. Espremendo-se os diálogos, tem-se o seguinte sumo: os dirigentes do PMDB não deixaram dúvidas quanto ao desejo de fazer de Aécio um presidenciável do PMDB, apoiado por Lula e pela coalizão que se formou em torno do governo (13 partidos). Aécio imprimiu à negociação um ritmo de banho-maria. Combinou-se que as conversas serão amiudadas.
Em público, os comensais negaram o inegável. Sonegaram aos holofotes o essencial do jantar. Em privado, ao relatar o resultado da conversa a um companheiro de partido, Temer saiu-se com uma frase enigmática: “Política é algo que depende da circunstância e do momento”. Acha que, neste momento, a circunstância indica que foi aberta uma porta promissora.
Escrito por Josias de Souza às 01h20
Tancredo virou símbolo da Nova República, outra denominação de sua autoria. E, como todo símbolo e raposa política que se preze, Tancredo deixou crias. No caso seu neto, Aécio Neves da Cunha, secretário do avô desde a adolescência e que já conseguiu mandato eletivo em 1986, na esteira da farra-do-boi do Plano Cruzado. Aécio, aproveitando do tempo que conviveu com Tancredo e da sabedoria e esperteza política do avô, aprendeu direitinho a lição. Como o avô, aproveita a oportunidade política criada pela Constituição de 1988 e se filia ao PSDB, partido récem-formado pela ala de centro-esquerda do PMDB (o chamado PMDB histórico). Muito bem. Daí em diante Aécio, como boa raposinha mineira, vai crescendo pelas beiradas da Câmara Federal, ganhando garbo, experiência, matreirice e esperteza até se tornar Presidente da Câmara dos Deputados em 2002, em articulação magistral que findou com o rompimento do PFL (atual Democratas) com o governo FHC. Surfando na onda da mídia, Aécio mostra que é o herdeiro legítimo de seu avô: aproveita a oportunidade e costura, ao melhor estilo Tancredo, uma aliança com Deus, o Diabo e o responsável pelo Purgatório para eleger-se governador de Minas. Em Minas, consegue montar uma equipe competente (graças principalmente à influência do PSDB paulista, celeiro dos melhores técnicos da gestão pública brasileira) e firma um "choque de gestão", ao melhor estilo Mário Covas. O ajuste se mostra tão eficiente que novamente Aécio faz a aliança de Deus com todo mundo (dessa vez, incluindo até o presidente Molusco, que contou com o seu apoio indireto e fundamental para a reeleição em 2006) e se reelege com quase 80% (!!!) dos votos válidos. Muito bem, a candidatura à presidência é uma conseqüência, afinal, Minas Gerais é o estado que melhor representa o Brasil, pois tem um pouco do Brasil em cada rincão mineiro, como também já dizia Tancredo.
Aí vem, mais uma vez, a velha máxima dos Neves: POLÍTICA É COMO NUVEM. Aécio sabe que a nuvem de 2010 está favorável a ele. É jovem, conta com quase 80% dos votos do 2º maior colégio eleitoral brasileiro, tem acesso a todas as correntes políticas nacionais e tem a simpatia sentimental da população nacional em uma eleição, por ser neto de Tancredo Neves, o melhor presidente que nunca foi. A peça está montada. Porém, para atrapalhar o seu caminho, existe uma pedra chamada José Serra. Matreiro como o avô, Aécio sabe que o confronto direto com Serra irá causar a destruição da candidatura de ambos e a entrega do Planalto no colo de Ciro Gomes, o atual rei do Nordeste. Muito bem: a doutrina tancrediana de acordões começa a se delinear. Nesta terça, Aécio abre um canal de diálogo com Michel Temer, presidente do PMDB, para "facilitar" o caminho para a sua filiação. Mais uma vez o PMDB é o caminho para um Neves buscar a Presidência: é o partido hegemônico do governo, conta com uma "supreendente" unidade interna e precisa de uma figura carismática e messiânica para ser o sucessor do Molusco. Pois bem, junta-se a fome com a vontade de comer: Aécio não pode desperdiçar a oportunidade de ser Presidente, e o PMDB não pode desperdiçar a oportunidade de voltar à Presidência depois de 20 anos. Apostar em um psicótico neopopulista como Roberto Requião seria um insanidade por parte dos velhos caciques do PMDB. Pois bem, Aécio cai como uma luva nessa situação: mantém a unidade do partido, isola o neopopulista Requião, traz o discurso de renovação política e do "Centro Radical" (ao melhor estilo Tony Blair) e, o melhor de tudo, tem tudo para ser o candidato oficial do governo do Molusco, podendo se aproveitar dos benefícios eleitorais do Bolsa-Família e do PAC. Simples assim.
O resultado? O PT entrega, conforme combinado no acordo de governabilidade, o Planalto ao PMDB em 2010. O PSDB, com o conseqüente e inevitável racha interno e esvaziamento posterior à saída de Aécio do partido, caminhará para a insolvência e para a peemedebização. Ciro Gomes torna-se o "patinho feio", perdendo a preferência do Molusco. E, pra terminar, a turma do roubo (Renan, Sarney, Jáder) volta triunfalmente ao poder, desta vez sem precisar negociar, mas mandando. É esse o futuro que está se projetando, meus caros. Que o PSDB reveja o seu papel como partido urgentemente, se quiser continuar existindo. A derrota acachapante e definitiva se aproxima perigosamente se o Partido não mudar a sua visão paulicentrista e anti-democrática de bases. Pior, o partido não tem rumo: não sabe se é social-democrata ou neoliberal, se é de classe média ou de elite, se é o PMDB 2.0 ou o PT enrustido. Afinal, quem és você, PSDB?
Segue post do blog do Josias sobre o encontro Aécio-Temer. O Molusco deve estar rindo à toa...
Blog do Josias de Souza - Folha de S. Paulo
Tucano Aécio abre negociação com PMDB para 2010
Governador mineiro não excluiu hipótese de deixar PSDB
Aécio Neves, governador tucano de Minas Gerais, abriu negociações com a cúpula do PMDB com vistas à eleição presidencial de 2010. À procura de um candidato à sucessão de Lula, o PMDB ambiciona atrair para os seus quadros o governador de Minas Gerais, hoje filiado ao PSDB. Em jantar com Michel Temer, presidente do PMDB, Aécio não excluiu a hipótese.
Conforme noticiado aqui no blog no último sábado (5), o flerte dos peemedebistas com Aécio é vivamente estimulado por Lula. O presidente avalia que, ingressando no PMDB, Aécio poderia viabilizar-se com presidenciável da coalizão governista, com o apoio do Planalto.
Aécio e Temer conversaram na noite de terça-feira (8). Encontraram-se em torno de uma mesa da Tratoria do Rosario, um restaurante situado no elegante bairro brasiliense do Lago Sul. O repasto foi italiano. Mas a conversa seguiu o melhor estilo mineiro. Em dado momento, observado pelo líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN), também presente ao jantar, Temer jogou sobre a mesa o nome de Tancredo Neves, avô de Aécio. Lembrou que o PMDB viveu o ápice de sua história em 1985.
Naquele ano, nas pegadas do ocaso do regime militar, Tancredo, então no PMDB, foi guindado à presidência da República em eleição indireta precedida, no Colégio Eleitoral. Morreu, porém, antes de assumir. “Quem sabe nós podemos restabelecer agora aquele momento”, perscrutou Temer.
Dono de um estilo cultivado na escola do avô, um político esquivo, Aécio conduziu o diálogo de modo a manter aberta a porta para um eventual entendimento futuro com o PMDB. Disse que deseja aguardar os desdobramentos da cena política. Mencionou a conveniência de verificar como estarão distribuídas as forças depois da eleição municipal de 2008. Citou a necessidade de observar o desenvolvimento do segundo reinado de Lula.
Temer e Henrique Alves informaram a Aécio que, em reserva, Lula soa sempre muito generoso nas menções que faz ao governador. Um dado que Aécio não ignorava. O tucano informou que conversara a sós com Lula, por cerca de uma hora, na semana passada, em Uberaba (MG). Lula, como de hábito, foi pródigo nas homenagens a ele. De resto, discorreu sobre seus planos. Lula acha que, ao final do segundo mandato, terá lançado as bases para que o Brasil ingresse num ciclo longevo de desenvolvimento. Falou de 20 anos.
No jantar com os dirigentes do PMDB, falou-se também da situação interna do PSDB. Temer, Henrique Alves e Aécio puseram-se de acordo em relação a um ponto óbvio: dentro do tucanato, o principal entrave às pretensões presidenciais de Aécio é José Serra, governador de São Paulo. Aécio disse vive um bom momento no PSDB. Mas em nenhum momento pôs o pé na porta que se abriu para ele no PMDB.
A conversa da Tratoria do Rosario arrastou-se por cerca de quatro horas. Espremendo-se os diálogos, tem-se o seguinte sumo: os dirigentes do PMDB não deixaram dúvidas quanto ao desejo de fazer de Aécio um presidenciável do PMDB, apoiado por Lula e pela coalizão que se formou em torno do governo (13 partidos). Aécio imprimiu à negociação um ritmo de banho-maria. Combinou-se que as conversas serão amiudadas.
Em público, os comensais negaram o inegável. Sonegaram aos holofotes o essencial do jantar. Em privado, ao relatar o resultado da conversa a um companheiro de partido, Temer saiu-se com uma frase enigmática: “Política é algo que depende da circunstância e do momento”. Acha que, neste momento, a circunstância indica que foi aberta uma porta promissora.
Escrito por Josias de Souza às 01h20
Marcadores: Aécio Neves, Ciro Gomes, Eleições 2010, José Serra, Lula, PMDB, PSDB, PT

1 Comentários:
Meu Caro Renê...
Realmente, Tancredo se notabilizou como um expoente da "Política d Acordos", onde mais vale um bom acordo, do que um bom principio!!
E neste aspecto, o herdeiro de Tancredo, Aécio, sempre se mostrou muito esperto e habil na arte de fazer acordos...consegue Governar Minas em 2 mandatos, quase que sem oposição e ainda tendo o Prefeito da Capital com aliado ( Fernando Pimentel PT).
Portanto, não duvide do acordo funcionar, pois hj, o PSDB está esfacelado, culpa da última eleição onde o Partido rachou antes da disputa...
O requião é que deve estar "feliz" com esse acordo do écio...
Um Abraço!!
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