El Führer del Orinoco
Como diria Karl Marx, a História gosta de se repetir como farsa. E, no caso do ditador sul-americano Hugo Chavez (tecnicamente já é, pois já manipulou o seu Congresso e as suas eleições com urnas eletrônicas fraudadas), parece que as semelhanças com o maior dos ditadores, o Führer alemão Adolf Hitler, aumentam a cada dia.
Depois de suceder um golpe mal-fadado (como o Führer), ser preso (como o Führer) e se eleger democraticamente, Chavez começa a segunda fase da implantação de qualquer ditadura em um sistema democrático: manipula o Congresso através de concessões financeiras aos parlamentares, limita a ação dos canais democráticos (como o que ocorreu essa semana, ao fechar a principal rede de TV oposicionista, a RCTV), manipula o processo eleitoral (através da distribuição de benesses e favores aos eleitores, pressão para votação e na Justiça Eleitoral, métodos fraudulentos de votação e à prova de recontagens; enfraquecimento da oposição, fragmentando-a em diversas lideranças e dificultando a sua unidade) e agora começa a mostrar suas garras para os vizinhos (através do financiamento irregular de campanhas no Equador, Peru e Bolívia; ao dar sustentação e suporte financeiro-militar ao grupo paraterrorrista FARC; oposição ao principal país do continente, o Brasil, através de limitação das ações econômicas e "censuras" ao chefe-de-Estado brasileiro). Qualquer semelhança entre Hugo Chavez e Adolf Hitler é mera coincidência histórica.
O Congresso Brasileiro tomou a postura democrática correta ao emitir uma nota condenando o fechamento da RCTV. A liberdade de imprensa, ao contrário do que o presidente Molusco diz, é um assunto de interesse do Brasil e do Mundo. Qualquer atentado a esse direito deve ser condenado e reprimido fortemente. E, nesse sentido, o Congresso brasileiro agiu corretamente. Errou o ditador venezuelano ao não respeitar a postura democrática de nosso Congresso e nominá-lo de "papagaio de pirata dos EUA", como se fizéssemos de conta que ele não é o "ventríloquo" do ditador cubano Fidel Castro, do terrorista internacional Osama Bin Laden e do presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad. E errou novamente o presidente Lula ao ficar como um bobo e pau-mandado do ditador do Orinoco por não condenar veementemente a ação do déspota.
Para finalizar a questão, iremos disponibilizar alguns links de reportagens sobre o tema. Já pasou da hora do Brasil tomar providências contra esse déspota. Se fosse em outros tempos, a democracia já estaria restaurada na Venezuela. Mas, como estamos em tempos moluscais...
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Marcadores: Adolf Hitler, Ditador, Ditadura, Führer, Hugo Chávez, Venezuela

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