Em corrida caótica, Alonso vence e reclama
Em uma corrida chuvosa, cheia de confusões e alternativas e com um final eletrizante, Fernando Alonso consegue tirar a vitória de Felipe Massa nos estertores da corrida alemã.
A largada foi totalmente confusa, devido à tromba d´água que caiu logo após a partida. Nada menos que 5 carros abandonaram o Grande Prêmio, além da confusão instalada e um quase choque entre Scott Speed e um trator de remoção de carros. Houve a necessidade de se parar a corrida e se reiniciar o GP. Após o reinício, Massa assume a liderança, após ter sido bem-sucedido na entrada dos boxes na confusão do dilúvio. Para ajudar, Hamilton cometia lá atrás todos os erros que ainda não havia cometido durante a temporada (afinal de contas, o cara é o Pelé da F1 mas ainda assim é um ser humano) e Raikkonen, o piloto de US$ 40 milhões/ano, sofreu com problemas hidráulicos em seu carro. Parecia que seria um passeio de Massa na pista seca até a vitória.
Parecia. Porque a chuva resolveu reaparecer nos minutos finais da corrida para dar contornos dramáticos à corrida e protagonizar uma disputa que entra para a História da F1 como uma das grandes disputas antológicas, comparável à bela disputa de Dijon-Prenois-1979 entre Arnoux e Villeneuve e a inesquecível disputa entre Senna e Mansell em Monaco-1992. Alonso, com um carro melhor equilibrado para condições de pista molhada, atacou de forma incisiva o piloto brasileiro por duas voltas. Apesar do talento do brasileiro em tentar segurá-lo, não houve meios para deter o avanço do espanhol. Massa até tentou um último esforço, que resultou em um pequeno toque no carro do asturiano.
A largada foi totalmente confusa, devido à tromba d´água que caiu logo após a partida. Nada menos que 5 carros abandonaram o Grande Prêmio, além da confusão instalada e um quase choque entre Scott Speed e um trator de remoção de carros. Houve a necessidade de se parar a corrida e se reiniciar o GP. Após o reinício, Massa assume a liderança, após ter sido bem-sucedido na entrada dos boxes na confusão do dilúvio. Para ajudar, Hamilton cometia lá atrás todos os erros que ainda não havia cometido durante a temporada (afinal de contas, o cara é o Pelé da F1 mas ainda assim é um ser humano) e Raikkonen, o piloto de US$ 40 milhões/ano, sofreu com problemas hidráulicos em seu carro. Parecia que seria um passeio de Massa na pista seca até a vitória.
Parecia. Porque a chuva resolveu reaparecer nos minutos finais da corrida para dar contornos dramáticos à corrida e protagonizar uma disputa que entra para a História da F1 como uma das grandes disputas antológicas, comparável à bela disputa de Dijon-Prenois-1979 entre Arnoux e Villeneuve e a inesquecível disputa entre Senna e Mansell em Monaco-1992. Alonso, com um carro melhor equilibrado para condições de pista molhada, atacou de forma incisiva o piloto brasileiro por duas voltas. Apesar do talento do brasileiro em tentar segurá-lo, não houve meios para deter o avanço do espanhol. Massa até tentou um último esforço, que resultou em um pequeno toque no carro do asturiano.
Vencida a corrida, Alonso mostrou-se um mau vencedor. Ao invés de fazer como Arnoux e Villeneuve, que se abraçaram e choraram após a linda disputa em 1979, o arrogante espanhol resolveu dar uma de piá pançudo e reclamar do toque de Massa na sala pré-pódio. Uma atitude feia e anti-desportiva do espanhol, que considera que, para se vencer, tem que desfilar na pista. Errado. A beleza do esporte automotor está exatamente no toque, na disputa roda-a-roda. De campeões frouxos e sem brilho estamos fartos. Parabéns a Massa, mesmo tendo sido ultrapassado e chegando no segundo posto, pela postura, pela firmeza e, principalmente, por fazer permanecer viva a chama do verdadeiro automobilismo.
Resultado do GP da Europa:
1º Fernando Alonso (McLaren)
2º Felipe Massa (Ferrari)
3º Mark Webber (Red Bull)
4º Alex Wurz (Williams)
5º David Coulthard (Red Bull)
6º Nick Heidfeld (BMW-Sauber)
7º Robert Kubica (BMW-Sauber)
8º Heikki Kovalainen (Renault)
9º Lewis Hamilton (McLaren)
10º Giancarlo Fisichella (Renault)
11º Rubens Barrichello (Honda)
12º Anthony Davidson (Super Aguri)
13º Jarno Trulli (Toyota)
Não completaram:
Kimi Raikkonen (Ferrari)
Takuma Sato (Super Aguri)
Ralf Schumacher (Toyota)
Markus Winkelhock (Spyker)
Jenson Button (Honda)
Adrian Sutil (Spyker)
Nico Rosberg (Williams)
Scott Speed (Toro Rosso)
Vitantonio Liuzzi (Toro Rosso)
Marcadores: disputa, Felipe Massa, Fernando Alonso, Ferrari, GP da Alemanha, Nurburgring, toque

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