E o calvário continua...
Jogando mal e perdendo muitos gols, Coritiba leva gol de refugo e volta com derrota do Planalto Central
O filme continua, e com contornos trágicos. Depois da vitória não tão convincente contra o Paulista na primeira rodada (se não fosse a raça de Túlio, tinha saído com uma derrota já de cara em casa), o Coritiba viajou ao DF confiante achando que poderia trazer mais 3 pontos. O gênio sentando no banco Guilherme Macuglia (mistura mal-feita de Professor Pardal com o Burro do Shrek), ao invés de usar a velha máxima do futebol "em time que está ganhando não se mexe", resolve fazer suas invencionices e promove a estréia de meio time do bando de jogadores que veio do atacado paulista e gaúcho (em bom português, a raspa da raspa da raspa do tacho dos timecos que ficaram na metade da tabela dos Estaduais).
A única mudança coerente foi a entrada de Edson Bastos no lugar de Vanderlei no gol, até por motivos de experiência (Bastos já disputou 2 Campeonatos da Série A como goleiro titular. Vanderlei está vindo agora do campeão paranaense Paranavaí). O resto das mudanças foram totalmente desastrosas: trocou o bom menino Felipe (que fez uma surpreendente e segura estréia) pela aberração Dezinho (que já tinha feito suas cagadas na ADAP/Galo e hoje não foi diferente), tirou o pra-lá-de-ruim Adriano pelo muito pior Careca (jogador do Veranópolis de titular é para chorar...) e, para terminar a obra-prima, manteve o craque de bola Keirrison no banco para deixar o apenas esforçado Hugo no ataque novamente.
Mais uma vez o que se viu foi o repeteco do primeiro tempo contra o Paulista: um time sem criatividade no meio (Pedro Ken jogando sozinho e Henrique Dias vindo toda hora buscar a bola no meio), com pouca pegada na marcação (Juninho, a piada de sempre, jogador inútil ao melhor estilo Capixaba, Jackson, Geraldo, Guaru e tantas outras feridas da era Gionédis; Careca visivelmente fora de forma e que saiu de campo em pouco mais de 30 minutos; Gustavo, que substituiu Careca, completamente fora de forma, atrapalhado, sem noção de jogo e limitadíssimo na marcação e na armação de jogadas) e desperdiçando muitos gols. Hugo perdeu um gol no primeiro tempo que até a velha da Buenos Aires marcava. O resultado? Nunes, velho conhecido da torcida Coxa, refugão, foi lá e arrematou a meta coxa no início do jogo. E aí foi o velho jogo que já vimos contra Botafogo, Paranavaí e tantos outros: o timeco fechado lá atrás e o Coritiba jogando a bola na área para ver se sobrava alguma. O resultado não poderia ser diferente: 1x0 para o bisonho Gama, de Eduardo Ninja (o ala astro do jogo, acabou com o idoso Anderson Lima e foi o terror de Dezinho e Henrique, outro que teve atuação deplorável. Deve estar pensando nos euros e nas italianas de Udine...) e Nunes, aquele que fazia dupla com Luis Carlos Bombeiro no tosco time de Antonio Lopes do Paranaense de 2005.
O resultado de hoje apenas mostrou a realidade do Coritiba: não iremos almejar de forma alguma a vaga para a Primeira Divisão se continuarmos com Guilherme Macuglia como treinador. O elenco até é razoável se for bem-montado e postado, e tiver uma proposta clara de jogo, com jogadas ensaiadas e boa movimentação. Com Macuglia isso jamais irá existir. O asno tem um QI de 54, próximo de uma lagartixa com Mal de Alzheimer. Na cabeça desse jumento só existe espaço para "motivação" e "falta de sorte". Competência, organização e esquemas táticos são palavras muito elaboradas para uma figura tão desprovida de inteligência. Mas, pior que Macuglia (que sabe que é jegue), são o diretor de futebol Vialle (vulgo Comprador de Goleiros) e o presidente GiGi, que continuam insistindo no eqüino treinador. Na certa só irão pedir a cabeça do jumento quando Inês for morta, ou seja, quando já tivermos perdido a vaga para a 1ª e estivermos em rota de risco para a 3ª Divisão. É assim que são as coisas no Coritiba do atleticano GiGi, e não acredito em fadas, duendes e leprechauns para crer que a coisa será diferente agora.
O próximo jogo contra o Ituano (outro time bisonho como o Gama) será mais uma prova de sofrimento para a torcida coxa. É difícil acreditar em um time em que o treinador deixa os melhores jogadores do elenco (Keirrison, Diogo, Felipe) no banco e só coloca os caras na hora em que o leite já está derramado. Ou se toma uma providência de demitir esse asno enquanto é tempo ou teremos que presenciar, mais uma vez, mais um espetáculo dos horrores a cargo de Guilherme Macuglia, Juninho e cia. limitada...
QUEREMOS TREINADOR!
SAUDAÇÕES ALVIVERDES
O filme continua, e com contornos trágicos. Depois da vitória não tão convincente contra o Paulista na primeira rodada (se não fosse a raça de Túlio, tinha saído com uma derrota já de cara em casa), o Coritiba viajou ao DF confiante achando que poderia trazer mais 3 pontos. O gênio sentando no banco Guilherme Macuglia (mistura mal-feita de Professor Pardal com o Burro do Shrek), ao invés de usar a velha máxima do futebol "em time que está ganhando não se mexe", resolve fazer suas invencionices e promove a estréia de meio time do bando de jogadores que veio do atacado paulista e gaúcho (em bom português, a raspa da raspa da raspa do tacho dos timecos que ficaram na metade da tabela dos Estaduais).
A única mudança coerente foi a entrada de Edson Bastos no lugar de Vanderlei no gol, até por motivos de experiência (Bastos já disputou 2 Campeonatos da Série A como goleiro titular. Vanderlei está vindo agora do campeão paranaense Paranavaí). O resto das mudanças foram totalmente desastrosas: trocou o bom menino Felipe (que fez uma surpreendente e segura estréia) pela aberração Dezinho (que já tinha feito suas cagadas na ADAP/Galo e hoje não foi diferente), tirou o pra-lá-de-ruim Adriano pelo muito pior Careca (jogador do Veranópolis de titular é para chorar...) e, para terminar a obra-prima, manteve o craque de bola Keirrison no banco para deixar o apenas esforçado Hugo no ataque novamente.
Mais uma vez o que se viu foi o repeteco do primeiro tempo contra o Paulista: um time sem criatividade no meio (Pedro Ken jogando sozinho e Henrique Dias vindo toda hora buscar a bola no meio), com pouca pegada na marcação (Juninho, a piada de sempre, jogador inútil ao melhor estilo Capixaba, Jackson, Geraldo, Guaru e tantas outras feridas da era Gionédis; Careca visivelmente fora de forma e que saiu de campo em pouco mais de 30 minutos; Gustavo, que substituiu Careca, completamente fora de forma, atrapalhado, sem noção de jogo e limitadíssimo na marcação e na armação de jogadas) e desperdiçando muitos gols. Hugo perdeu um gol no primeiro tempo que até a velha da Buenos Aires marcava. O resultado? Nunes, velho conhecido da torcida Coxa, refugão, foi lá e arrematou a meta coxa no início do jogo. E aí foi o velho jogo que já vimos contra Botafogo, Paranavaí e tantos outros: o timeco fechado lá atrás e o Coritiba jogando a bola na área para ver se sobrava alguma. O resultado não poderia ser diferente: 1x0 para o bisonho Gama, de Eduardo Ninja (o ala astro do jogo, acabou com o idoso Anderson Lima e foi o terror de Dezinho e Henrique, outro que teve atuação deplorável. Deve estar pensando nos euros e nas italianas de Udine...) e Nunes, aquele que fazia dupla com Luis Carlos Bombeiro no tosco time de Antonio Lopes do Paranaense de 2005.
O resultado de hoje apenas mostrou a realidade do Coritiba: não iremos almejar de forma alguma a vaga para a Primeira Divisão se continuarmos com Guilherme Macuglia como treinador. O elenco até é razoável se for bem-montado e postado, e tiver uma proposta clara de jogo, com jogadas ensaiadas e boa movimentação. Com Macuglia isso jamais irá existir. O asno tem um QI de 54, próximo de uma lagartixa com Mal de Alzheimer. Na cabeça desse jumento só existe espaço para "motivação" e "falta de sorte". Competência, organização e esquemas táticos são palavras muito elaboradas para uma figura tão desprovida de inteligência. Mas, pior que Macuglia (que sabe que é jegue), são o diretor de futebol Vialle (vulgo Comprador de Goleiros) e o presidente GiGi, que continuam insistindo no eqüino treinador. Na certa só irão pedir a cabeça do jumento quando Inês for morta, ou seja, quando já tivermos perdido a vaga para a 1ª e estivermos em rota de risco para a 3ª Divisão. É assim que são as coisas no Coritiba do atleticano GiGi, e não acredito em fadas, duendes e leprechauns para crer que a coisa será diferente agora.
O próximo jogo contra o Ituano (outro time bisonho como o Gama) será mais uma prova de sofrimento para a torcida coxa. É difícil acreditar em um time em que o treinador deixa os melhores jogadores do elenco (Keirrison, Diogo, Felipe) no banco e só coloca os caras na hora em que o leite já está derramado. Ou se toma uma providência de demitir esse asno enquanto é tempo ou teremos que presenciar, mais uma vez, mais um espetáculo dos horrores a cargo de Guilherme Macuglia, Juninho e cia. limitada...
QUEREMOS TREINADOR!
SAUDAÇÕES ALVIVERDES

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