O eterno Mussum
1994 pode ser considerado o ano das grandes perdas em termos de pessoas e artistas nacionais. Para citar três exemplos, perdemos o nosso maior expoente no esporte, Ayrton Senna; o nosso maior compositor, Tom Jobim; e, talvez, o melhor comediante que já tivemos, Mussum.
Antônio Carlos Bernardes Gomes, sambista de formação, virou comediante a contra-gosto. Nos anos 60, o humilde sambista que iniciou sua carreira enquanto ainda era militar, vindo a despontar no cenário nacional com o seu grupo musical "Os Originais do Samba", recusou os primeiros convites para participar de programas de humor, por considerar que pintar a cara "não era coisa de homem". Convencido pelo amigo Dedé Santana, Mussum resolveu abrir mão e participou de seu primeiro quadro humorístico em 1965. Consta que, nessa mesma data, Grande Otelo (outro grande ator falecido em 1994) o "batizou" de Mussum.
E foi como Mussum que Antonio Carlos se eternizou nas lembranças. Com o seu amigo Dedé, o comediante cearense Renato Aragão e o mineiro Zacarias, formou a trupe dos Trapalhões, o programa humorístico de maior sucesso mundial. No Guiness Book consta que os Trapalhões são o programa de humor que ficou mais tempo no ar: 30 anos. E Mussum era a mola-mestra do programa: interpretando o malandro carioca, eternizou gírias como o mé (cachaça), forevis, cacildis, suco de cevadis e tantas outras expressões que fazem parte das lembranças a essa figura lendária. Como bom carioca, era apaixonado por Carnaval e, como não podia deixar de ser, um dos puxadores da Estação Primeira de Mangueira. Junto com Jamelão talvez seja o nome mais notável da história da escola de samba. Notabilizou-se como o "Mumu da Mangueira".
Mussum faleceu decorrente de complicações de um transplante cardíaco. Hipertenso, sofreu também com o vício do álcool. Um sujeito que praticava um humor inocente, de tempos que jamais irão voltar. Para homenageá-lo, iremos disponibilizar um quadro hilário desse grande ator: Mussum tentando "pendurar" a conta. E dá-lhe "suco de cevadis"!
Antônio Carlos Bernardes Gomes, sambista de formação, virou comediante a contra-gosto. Nos anos 60, o humilde sambista que iniciou sua carreira enquanto ainda era militar, vindo a despontar no cenário nacional com o seu grupo musical "Os Originais do Samba", recusou os primeiros convites para participar de programas de humor, por considerar que pintar a cara "não era coisa de homem". Convencido pelo amigo Dedé Santana, Mussum resolveu abrir mão e participou de seu primeiro quadro humorístico em 1965. Consta que, nessa mesma data, Grande Otelo (outro grande ator falecido em 1994) o "batizou" de Mussum.
E foi como Mussum que Antonio Carlos se eternizou nas lembranças. Com o seu amigo Dedé, o comediante cearense Renato Aragão e o mineiro Zacarias, formou a trupe dos Trapalhões, o programa humorístico de maior sucesso mundial. No Guiness Book consta que os Trapalhões são o programa de humor que ficou mais tempo no ar: 30 anos. E Mussum era a mola-mestra do programa: interpretando o malandro carioca, eternizou gírias como o mé (cachaça), forevis, cacildis, suco de cevadis e tantas outras expressões que fazem parte das lembranças a essa figura lendária. Como bom carioca, era apaixonado por Carnaval e, como não podia deixar de ser, um dos puxadores da Estação Primeira de Mangueira. Junto com Jamelão talvez seja o nome mais notável da história da escola de samba. Notabilizou-se como o "Mumu da Mangueira".
Mussum faleceu decorrente de complicações de um transplante cardíaco. Hipertenso, sofreu também com o vício do álcool. Um sujeito que praticava um humor inocente, de tempos que jamais irão voltar. Para homenageá-lo, iremos disponibilizar um quadro hilário desse grande ator: Mussum tentando "pendurar" a conta. E dá-lhe "suco de cevadis"!
Marcadores: Cachaça, Didi Mocó, Forevis, Mussum, Suco de Cevadis, Tião Macalé, Trapalhões

1 Comentários:
tá valendo... olha seu comentário até tem base... pontos!!! Gostei... bj
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